7 dicas de como economizar água no dia a dia

07 maio, 2019

7 dicas de como economizar água no dia a dia

Dica numero 1. Reaproveite a água da máquina de lavar

Aproveite em vez de deixar toda a água que a máquina de lavar usa para fazer o enxágue das roupas ir para o ralo, que tal reutilizá-la para limpar o chão da casa? É bem simples! Basta tirar a mangueira de vazão do cano e desviar o fluxo para um balde. Dependendo da quantidade de enxágues, é possível juntar até três baldes cheios e reutilizar a água para outras tarefas diárias.

Dica numero 2. Reduza o tempo dos banhos

Se liga já ouviu falar no famoso banho de gato? Pois bem! Ele pode ser o seu aliado na hora de otimizar o tempo e consumo de água enquanto estiver debaixo do chuveiro. Tente tomar banhos mais rápidos e lembre-se de desligar o chuveiro ao se ensaboar.

A cada cinco minutos de banho são gastos 60 litros de água, se você reduzir o tempo para um minuto, por exemplo, serão 12 litros economizados. Vale a pena tentar!

Dica numero 3. Lave o carro com balde

Sim na hora de lavar o seu veículo, troque a mangueira pelo balde e um pano para realizar a tarefa. Assim, você dar o trato que tanto gosta no possante sem desperdiçar tanta água. Além de economizar na conta do fim do mês, você ainda ajuda o planeta.

Dica numero 4. Use a torneira do banheiro de forma consciente

Se liga não precisa deixar a torneira ligada enquanto estiver escovando os dentes ou fazendo a barba. Caso você ainda não saiba, uma torneira ligada gasta, em média, de 12 a 20 litros de água por minuto. Por isso, desligue-a sempre que não estiver usando e, ao desligar, verifique se está bem fechada. O pinga-pinga pode parecer besteira, mas pode gerar um desperdício de 6,5 mil litros por mês, o suficiente para 45 pessoas tomarem banhos com duração de 15 minutos cada.

Dica numero 5. Desligue a torneira para lavar as louças

Se liga lembre-se de sempre deixar a torneira desligada enquanto estiver ensaboando as louças sujas na pia da cozinha e use a água corrente somente na hora de enxaguá-las. Uma dica bacana para economizar ainda mais nesta tarefa é deixar as peças de molho por alguns minutos antes de começar a lavagem para soltar um pouco mais a sujeira.

Dica numero 6. Fique de olho em vazamentos

Sempre que for possivel procure por possíveis vazamentos na sua casa. Uma dica é fechar o registro de todas as torneiras e verificar o hidrômetro. Se o ponteiro continuar mexendo, é sinal de há um vazamento em algum lugar da casa. Neste caso, contrate um profissional para identificá-lo e consertá-lo o quanto antes.

Dica numero 7. Defina um dia para lavar roupas

Se liga em vez de lavar as roupas todos os dias, deixe as peças se acumularem e defina um único dia da semana ou do mês para realizar a tarefa. A máquina de lavar deve ser ligada sempre em sua capacidade total. A redução do número de lavagens pode economizar grande quantidade de água, já que alguns modelos com abertura superior chegam a gastar 240 litros por lavagem.


5 dicas para fotógrafos iniciantes

15 abril, 2019

5 dicas para fotógrafos iniciantes

Se você está dando os primeiros passos na fotografia, precisa entender que alguns elementos são vitais para garantir as boas fotos que pretende fazer.

Listamos cinco pontos de partida para que você comece muito bem no mundo da fotografia.

 

1 – Saiba quais são as responsabilidades do diafragma, obturador e ISO.

Esse são os três elementos básicos da fotometria em uma câmera. Ou seja, são eles as 3 formas de controlar a quantidade de luz na foto (exposição da foto). Saber o que cada um faz, além desse controle de luz,  determina profundamente a linguagem de suas próximas fotos.

O diafragma fica na lente. Ele é responsável pela quantidade de luz que entra em sua câmera, passa pelo obturador,  atinge o sensor e, finalmente, gera a imagem.

Ele trabalha num processo de fechamento e abertura. Então, quanto mais aberto o diafragma estiver, mais luz atinge o sensor da câmera.

A abertura do diafragma é representada pelo símbolo "f/" e quanto mais próximo de 1 for o número que segue o símbolo, mais aberto ele estará.

Por exemplo, se o diafragma estiver em f/2, ele está bem mais aberto do que se estivesse em f/8.

O obturador é uma espécie de janela posicionada à frente do sensor e é responsável pelo tempo que a luz fica sendo projetada em sua câmera.  Quanto maior o tempo que ele ficar aberto, mais luz você terá na foto. Quanto menor o tempo ou a fração de segundo que ele permanecer aberto, menos luz você terá na foto.

É o obturador quem determina o tipo de foto realizada no que tange ao registro de assuntos em movimento. .

Por exemplo, se quiser congelar apenas um momento exato de um pulo, você precisa trabalhar com velocidades altas. O obturador irá se abrir e fechar muito rapidamente, ficar pouquíssimo tempo aberto e captar apenas uma fração deste movimento.

O mesmo vale para aquelas fotos em longa exposição. O obturador fica aberto por um tempo maior, de forma a registrar o rastro das luzes ou elementos em movimento.

Um bom exemplo de fotos em longa exposição são as imagens feitas com uma técnica chamada "Light Painting". São aquelas fotos famosas em que é possível "desenhar" com a luz. Abre-se o obturador por tempos maiores e um ponto de luz é movimentado diante da câmera. Isso gera um rastro luminoso que é totalmente registrado pela câmera.

O obturador trabalha com velocidades variáveis, inclusive frações de um segundo (1"). Então, quando você coloca a velocidade em 1/60, por exemplo, quer dizer que o obturador vai abrir e fechar em sessenta-avos de segundo.

Partindo deste ponto, você pode ter noção de que velocidade usar para a foto que deseja fazer.

 Já o ISO é responsável pela sensibilidade do sensor à luz. Quanto maior for seu número, maior será a capacidade de captar a luz do ambiente ou vice-versa.

Mas não se precipite: o ISO imita a relação de luminosidade dos filmes analógicos versus a qualidade dos tons da imagem, principalmente os mais escuros. Se você usar um número muito alto, pequenos “grãos” podem aparecer em sua imagem, o chamado “ruído”, pois a câmera tenta compensar a falta de luz do ambiente e "força" o sensor.

Repare abaixo diferença entre uma foto com um ISO bem mais alto e outra com o ISO ideal. A primeira parece ter pequenos grãos para a imagem. Já a segunda traz uma textura mais limpa.

Fotometrar bem é criar uma harmonia entre todos esses elementos e deixar a foto com a quantidade de luz necessária: nem a mais, nem a menos.

2 – Entenda os modos de sua câmera.

Para fotografar o que você deseja é essencial entender que modos de trabalho sua câmera tem e o que cada um deles faz.

Por exemplo, as DSLRs Canon têm modos como  o "Av", em que sua câmera prioriza apenas a  mudança de diafragma. Ou seja: você escolhe a abertura do diafragma e sua câmera controla o restante (ISO e velocidade) automaticamente.

Já o modo "Tv" corresponde à manipulação apenas da velocidade do obturador.

O modo Esportes é ideal para captar imagens em alta velocidade. A câmera já trabalha com configurações perfeitas para captar aquele exato momento de um movimento.

No modo Manual é tudo com você. Todas as configurações estão em suas mãos. Nesse caso, você precisa ter maior controle e domínio da câmera, mas no por outro lado, suas fotos podem ficar muito mais personalizadas.

Cada função tem uma aplicação prática e podem ajudar muito em todas as situações de foto que você deseja. O ideal é que você conheça e explore todas elas com tempo para entendê-las melhor.

3 – Trabalhe a composição. Use a regra dos terços.

Você já ouviu falar da regra dos terços? Se não, procure saber. Ela é um dos maiores auxílios que um fotógrafo pode ter, principalmente no começo da busca de um fotógrafo por uma linguagem própria

A regra dos terços ajuda a dar mais harmonia para suas fotos. São linhas que dividem a composição em terços na horizontal e na vertical e que dão referências para a composição das imagens.

Existem outros métodos que ajudam a compor as imagens, mas, com certeza, a regra dos terços é um dos mais utilizados.

Se você quiser saber mais sobre composição e regra dos terços, clique aqui e leia o texto "Dicas para fotos bem compostas".

4 – Quer aquele fundo desfocado? Trabalhe com o diafragma aberto.

Todo mundo gosta de uma foto bonita e com aquele fundo desfocado, não é?

Saiba que a foto com fundo desfocado tem uma relação direta com o diafragma da sua lente. Quanto mais aberto ele estiver, mais intenso será esse desfoque em sua foto.

É também por isso que as lentes que possuem maior capacidade de abertura têm valores diferentes. Elas têm maiores possibilidades de foto e, claro, a capacidade de captar imagens em ambientes com menos luz.

Quer fazer fotos com fundo desfocado? Pode abrir o diafragma, pois quanto mais aberto estiver o diafragma, menos elementos estão em foco.

5 – Procure a luz ideal.

A palavra fotografia vem do grego e significa “a escrita da luz”. Sempre que estiver com a câmera na mão, procure cenários com luz. Por mais que você queira uma foto mais intimista e com luzes pontuais, a câmera só vai conseguir registrar uma imagem se houver uma informação de luz para captar.

Você tem muitas possibilidades de luz: pode ser natural como o sol e artificial como flashes e spots. Mas sempre procure iluminar bem sua foto e, claro, de acordo com a linguagem que você quer dar às suas fotos.

Uma dica bem rápida: observe a intensidade e distância da luz para a pessoa ou objeto que deseja fotografar. Isso interfere diretamente no "desenho de luz"que você quer fazer. 

Luzes mais fortes e diretas tendem a gerar sombras mais contrastadas e marcadas. Um bom exemplo é a luz do sol ao meio-dia. Ela é bem intensa.

Já luzes mais difusas criam uma textura muito mais  suave e homogênea. Por exemplo, quando a  luz do sol entra por uma janela e passa por uma cortina, a tendência é que ela fique mais branda e gere uma iluminação mais difusa, o que dá uma textura mais suave.

 

Procure conhecer sua câmera e a fotografia. Domine bem todas essas regras, pois só assim você poderá realizar as imagens que deseja com muita fidelidade e, quem sabe, até quebrar essas regras para ter fotos muito criativas.

Fotografe muito!


Como fazer repelente caseiro

12 abril, 2019

Como fazer repelente caseiro

repelente caseiro, além de ser uma opção barata para proteger-se, também é altamente eficaz e não possui substâncias tóxicas que podem prejudicar o organismo.

Tem coisa melhor do que experimentar alguns dias na natureza, na praia? Curtir uma revigorante caminhada em meio ao verde, refrescar-se numa cachoeira de águas cristalinas ou respirar o ar puro da montanha? Com a chegada do verão, esse tipo de destino (junto com as praias, claro!) é o preferido de quem ama viajar.

O problema está nos mosquitos, borrachudos e muriçocas, que batem ponto nesses lugares. Basta ficar um segundo parado que eles atacam, fazendo estapearmo-nos furiosamente para afastá-los — muitas vezes, sem sucesso. Além de irritantes, esses insetos podem ser um perigo, visto que o Aedes Aegyptianda disseminando várias doenças por aí.

Sim claro que há remédio: basta aplicar um repelente que a gente consegue manter essas pestinhas bem longe de nós. Mas, antes que você saia correndo até a farmácia ou ao supermercado mais próximo, temos uma sugestão: que tal produzir um eficiente repelente caseiro para levar em suas viagens?

Saiba, neste post, por que essa medida é inteligente e como fazer seu próprio repelente em casa. Confira:

Por que não usar o repelente industrializado?

Se você achou estranha a ideia de fabricar o próprio repelente, temos a informar que as versões industrializadas do produto carregam agentes químicos que podem causar prejuízos à saúde.

O principal vilão, no caso, é o composto dietiltoluamida, mais conhecido pela sigla DEET. Esse componente, presente na fórmula de quase todas as loções repelentes vendidas no país, é suspeito de causar reações alérgicas e até problemas hepáticos, quando usado com muita frequência.

Com informações base nessas suspeitas, a Anvisa determinou, em 2012, que os fabricantes informem, no rótulo dos produtos, os possíveis riscos do DEET e a precaução de aplicar o repelente apenas três vezes ao dia, especialmente em crianças entre 2 e 12 anos.

Além disso, estudos indicam que o infame mosquito da dengue está se tornando biologicamente resistente aos repelentes à base de DEET.

Tudo soma-se a isso a questão ambiental: a produção industrial de aerossóis e loções repelentes tem um custo ao meio ambiente, visto que o material usado nas embalagens não é tão simples de reciclar. A tendência é que se juntem ao já problemático volume de lixo sem destinação apropriada, que infesta nossas cidades.

Como fabricar o repelente caseiro é facil?

Sim agora, vamos ensinar como fabricar o seu repelente caseiro, utilizando ingredientes naturais e sem contraindicações. Para que não haja dificuldades, ofereceremos duas receitas. Aqui vão elas:

1. Repelente caseiro à base de cravo-da-índia

Os ingredientes são:

  • 500ml de álcool;

  • 2 colheres de sopa de cravo-da-índia;

  • 100ml de óleo corporal (óleo de amêndoas, por exemplo).

Despeje o álcool numa garrafa de vidro de 1 litro e acrescente os cravos. Feche o recipiente e deixe-o guardado ao abrigo da luz durante quatro dias, agitando o conteúdo duas vezes ao dia, para aumentar a concentração da infusão.

Depois dos quatro dias, coe o conteúdo e acrescente o óleo corporal. Transfira para um frasco com tampa borrifadora e aplique sobre a pele. Sua eficácia dura aproximadamente três horas, sendo necessário uma nova aplicação do produto após esse período, caso seja necessário.

2. Repelente caseiro à base de citronela

Assim como o cravo-da-índia, a citronela é um eficiente repelente natural de insetos. Por isso, ela é a base de nossa segunda receita, cujos ingredientes são:

  • 150ml de óleo essencial de citronela;

  • 300ml de óleo de amêndoas.

Novamente, despeje os dois ingredientes dentro de uma garrafa e misture bem. Mantenha o recipiente fechado e ao abrigo do sol e aplique o produto sobre a pele, evitando o contato com os olhos ou machucados. A proteção dura mais ou menos o mesmo tempo que a alternativa anterior, sendo necessário uma reaplicação após esse período.

Com essa medida simples, você curte suas aventuras sem temer os mosquitos, economiza uma grana e ainda dá uma forcinha ao meio ambiente. Assim, na sua próxima viagem, não esqueça de levar seu repelente caseiro!


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